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10 principais bases para os programas de saúde e segurança do trabalho

Atualizado: Ago 4

O Ministério do Trabalho e Emprego possui todos os princípios essenciais para a saúde e segurança do trabalho. É através dele que as leis voltadas as empresas e aos próprios trabalhadores são geradas.


Mas, para que os programas de saúde e segurança do trabalho sejam efetivos, algumas bases podem ser seguidas. Elas orientam empresas a iniciarem os requisitos mínimos de gestão para proporcionar à equipe, um ambiente de trabalho seguro e saudável. Estas bases tem fundamentação no guia OSHA “Recomemmend Practices”, são simples passos que podem ser seguidos para criar uma base sólida e forte de segurança, assim, para posteriormente aplicar práticas mais elaboradas. Vamos lá?

1. Segurança como prioridade

Para que se tenha uma base forte para os programas de saúde e segurança do trabalho é preciso ter um compromisso com a segurança. E pra isso é preciso que a empresa caminhe unida. Isso quer dizer que todos os setores precisam estar engajados nessa causa. Diretores, Gestores e Supervisores devem participar e levar o assunto como prioridade, promovendo a cultura de segurança do trabalho e assumindo o compromisso com as atividades relacionadas a ela.

2. Liderança através do exemplo

Provavelmente já ouviu a seguinte frase: “se fulano não fez, porque devo fazer?” Isso também acontece na segurança do trabalho. Mesmo em vista todas as consequências por não fazer algo.

O gestor tem um papel essencial ao assumir a liderança da equipe. Isso porque servirá como um exemplo para o restante da equipe.

O exemplo é uma ferramenta influenciadora, portanto se o chefe dá o exemplo certo, o colaborador 1 irá segui-lo, que por consequência será observado e seguido também pelo colaborador 2 e assim por diante.

3. Sistema forte para reportar riscos

Alguns riscos podem passar sem ser percebidos. Por isso, é necessário que haja um sistema efetivo e não punitivo. Para um programa de saúde e segurança do trabalho os trabalhadores também devem ser treinados para adquirir a capacidade de identificar os riscos de maneira mais fácil, para que assim possam encontrar as melhores formas de controle.

4. Capacitação para evitar acidentes

Segundo o MTE as empresas são obrigadas a aplicar treinamentos aos colaboradores de acordo com a atividade exercida. Mas para que os programas de saúde e segurança tenham uma base sólida, procure não considerar os treinamentos apenas como um meio de cumprir a lei. Veja esta oportunidade como um fortalecimento para a empresa.

Existem diversos treinamentos não obrigatórios que contribuirão de forma crucial para a cultura de segurança da empresa.

5. Inspeções regulares

Conforme já mencionamos neste blog, as inspeções de segurança são ferramentas de peso para qualquer empresa. Realize-as constantemente no ambiente de trabalho. Para isso, peça ajuda dos colaboradores para identificar qualquer risco em sua atividade. Além disso, é possível verificar problemas com maquinas e equipamentos ou qualquer tipo de tema que os preocupe.

6. Coletar ideias de controle de riscos

Com a equipe totalmente engajada não será difícil coletar idéias para controle de riscos. Mas para que isso aconteça, o gestor deve estar sempre aberto para conversar, para que os colaboradores se sintam a vontade para expressar suas sugestões de melhoria ou correções.

7. Implementação dos controles de risco

Após a realização da análise de riscos chegou a hora de implementar o plano de controle de riscos para cada tarefa. Dessa maneira os riscos identificados não levarão a um acidente de trabalho. Para o plano de controle de riscos, considere:

  1. Eliminação e/ou substituição: a melhor ação para lidar com o risco é elimina-lo por completo ou realizar a substituição.

  2. Controle de engenharia:  esta área da engenharia é responsável por redesenhar o ambiente de trabalho para reduzir ou eliminar o risco.

  3. Controle administrativo: o controle administrativo tem o objetivo de modificar a maneira como as pessoas trabalham em torno dos riscos.

  4. Equipamento de proteção individual: Eles são os maiores ajudantes no controle de riscos. Mas apenas entrega-lo ao trabalhador não resolve. É preciso instrui-lo como utilizar e também, ficar atento se o uso está correto.

8. Plano de emergência

Verifique todos os cenários prováveis e elabore planos de emergência para situações de perigo. Faça uma reunião para discutir os planos e ao final, cole as instruções em um local visível e a disposição de todos.

9. Antes da mudança, consulte

Antes de implementar as mudanças, converse com as peças principais: os trabalhadores.  Como eles executam suas tarefas diariamente? Diversas vezes esquecemos que as pessoas que mais podem contribuir com os programas de saúde e segurança são aquelas que executam as tarefas diariamente.

Além disso, consultar a equipe antes de realizar qualquer mudança, ajuda na aceitação do “novo”, pois a ordem não foi imposta e sim comunicada primeiro.

10. Otimização sempre

Não existe nenhum processo que não precise ser otimizado. E na segurança do trabalho não é diferente. Todo processo deve ser analisado, revisado e otimizado. Principalmente quando tarefas e equipamentos mudam constantemente.

O mundo ideal para a segurança, é eliminar o risco, porém muitas vezes isto não é possível. Então é o papel do trabalhador e do líder estabelecer e otimizar formas de medir e controlar os riscos do ambiente de trabalho, através dos programas de saúde e segurança do trabalho.

Fonte: INBEP.

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