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Comportamento de risco: como evita-lo?

Atualizado: Ago 4

Toda empresa tem a obrigação de proporcionar um ambiente seguro aos seus funcionários segundo as normas do Ministério do Trabalho e Emprego. Mas, para que isso ocorra da melhor forma, a colaboração dos funcionários é essencial. E este é um trabalho constante do SESMT ou profissionais de segurança do trabalho: a descontração diária do comportamento de risco dos trabalhadores.


Esta atitude, seja por algo simples ou até mesmo complexo, pode gerar  um acidente gravíssimo com sequelas irreversíveis. Por isso, é necessário estar ciente sobre quais são os comportamentos de risco mais comuns entre os colaboradores e principalmente como evita-los.

Entenda o comportamento de risco

Antes de mais nada é importante entender o que é o comportamento de risco e alguns exemplos. Classifica-se como comportamento de risco atitudes e ações cotidianas de cada trabalhador durante o exercício da sua profissão. São características particulares que variam de pessoa para pessoa. Tais atitudes podem gerar incidentes graves e até mesmo letais por tornar o ambiente de trabalho vulnerável.

Cada empresa e ramo de atividade possui seus comportamentos de risco mais comuns. Porém, existem aqueles que podemos notar em diversos seguimentos, como:

  1. Brincadeiras de mau gosto no ambiente de trabalho;

  2. Uso de equipamentos antigos ou muito gastos;

  3. Falta de atenção ou ritmo acelerado, fora do convencional;

  4. Sentir-se seguro de forma excessiva, subestimando as normas de segurança;

  5. Burlar o sistema de segurança por julgar que o trabalho será “mais fácil;

  6. Não utilizar os EPIs ou EPC, mesmo após advertências;

  7. Utilizar equipamentos sem a autorização de um responsável;

  8. Retirar EPCs de máquinas e equipamentos.

Estes são apenas alguns exemplos mas no dia a dia de uma empresa será possível encontrar diversas atitudes perigosas.

Como minimizar o comportamento de risco?

Pensando em minimizar sua incidência, veja 3 dicas importantes para a equipe de segurança do trabalho, CIPA e SESMT:


1) Sempre incentivar e monitorar o uso de equipamentos de proteção

O uso dos EPIs e EPCs precisa ser prioridade em toda empresa. Este é um trabalho conjunto entre empresa e empregador já que nada adianta o colaborador usar os equipamentos se eles não são adequados para a atividade. Cabe ao empregador fornecer os materiais corretos, de qualidade e instruir os trabalhadores com relacão ao seu uso.

2) Promover encontros, reuniões, etc.

Ouvir o que os colaboradores tem a dizer é essencial para minimizar o comportamento de risco. Eles possuem o maior conhecimento sobre os pontos de melhoria dentro de suas atividades. É importante tirar suas dúvidas, ouvir suas questões e buscar soluções para promover um ambiente seguro. O DDS (Diálogo Diário de Segurança), encontros e treinamentos são perfeitos para este objetivo.

3) Treinamento constante

Já falamos aqui no blog sobre a importância dos treinamentos de segurança. Então estimular os colaboradores com seminários, palestras e até webinários minimiza as chances de incidentes graves. Então procure sempre orientar seus colaboradores para que em situações de risco, saibam como se comportar.

Então, vamos colocar em prática?

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